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Você já perdeu xixi enquanto corria?


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Mulheres praticantes de atividade física de alto impacto, até mesmo jovem e sem filhos, podem apresentar disfunções da musculatura do assoalho pélvico. Esse tipo de esporte aumenta em até nove vezes o risco para a incontinência urinária.

A atividade física de alto impacto aumenta a pressão intra-abdominal, podendo levar a danos e/ou fadiga muscular. Essa musculatura, localizada na região pélvica, é responsável pelo suporte das vísceras abdominopélvicas (resistindo aos aumentos da pressão intra-abdominal), pelo auxílio na estabilização da pelve, pelo fechamento da uretra e ânus, pela função sexual, e, também, por permitir a passagem do feto pela vagina na hora do parto.

É sabido que a prática de atividade física melhora a qualidade de vida e a saúde de todos. No entanto, as mulheres que apresentam disfunções dos músculos do assoalho pélvico podem, muitas vezes, interromper a prática devido ao incômodo e constrangimento provocado pela perda de urina, pois afeta a sua concentração, o seu desempenho e restringe a hidratação.

O que fazer então?running

Fisioterapia na saúde da mulher

É possível realizar uma fisioterapia específica e efetiva para trabalhar os músculos do assoalho pélvico. O primeiro passo é fazer uma avaliação do períneo para saber a real situação e a partir daí iniciar um programa individual para prevenir e/ou tratar as disfunções, preparando-a para uma prática mais segura da corrida.

Da mesma maneira que você prepara os músculos do corpo para evitar lesões durante a corrida, o períneo também deve ser preparado para esse impacto principalmente diante de sua variedade de funções no corpo feminino.

E você? Também sofre com a incontinência urinária durante a prática da corrida? Compartilhe sua experiência com a gente e aproveite para deixar um comentário com as suas dúvidas!

Um abraço!

Carol Nunes e Rafa Arrais


Foco Pilates

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